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Essa foi enviada pelo meu amigo Joelton Gómez.
De lascar.
Reproduzido integralmente de http://www.mp.ma.gov.br/site/DetalhesNoticiaGeral.mtw?noticia_id=2972.
MPMA investiga discriminação contra crianças com deficiência no Supermercado Mateus
Grupo de 12 estudantes do Centro de Ensino de Educação Especial Padre João Mohana foi proibido de entrar em loja dos Supermercados Mateus, na CohamaO Ministério Público do Maranhão investiga os motivos pelos quais 12 estudantes com deficiência do Centro de Ensino de Educação Especial Padre João Mohana foram proibidos de entrar na loja dos supermercados Mateus, na Cohama, no último dia 22. Acompanhados por seus pais e por uma equipe técnica da escola, as crianças tinham ido ao estabelecimento para comprar verduras e legumes, que seriam utilizados em um lanche coletivo a ser promovido pela escola no dia 23 de outubro.
A denúncia foi recebida pelo titular da 1ª Promotoria de Justiça da Infância e Juventude de São Luís, Márcio Thadeu Silva Marques, que encaminhou, na última terça-feira, 27, o caso à Promotoria de Justiça de Crimes contra a Criança e o Adolescente. Antes de encaminhar o caso, Silva Marques solicitou informações sobre o ocorrido à direção da escola, que confirmou a denúncia publicada pelo blog do jornalista Marco Aurélio D’Eça.
“Nenhum tipo de discriminação é admissível, em especial em relação a pessoas cuja vulnerabilidade decorre da idade ou da deficiência”, declara Silva Marques. Segundo ele, os fatos relatados pela direção da Escola Padre João Mohana ferem o artigo 227 da Constituição Federal, que, entre outros, garante à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, “o direito à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”.
Sem resposta – De acordo com as informações prestadas pela diretora da escola, Marylisses Sousa Pereira, o grupo chegou às 15h do dia 22 de outubro deste ano à loja Cohama dos supermercados Mateus, localizada na Avenida Daniel de La Touche, 73-A, no bairro da Cohama, em São Luís. Ao tentar entrar no estabelecimento, as crianças, seus pais e o corpo técnico da escola foram impedidos por um funcionário não identificado, sob a alegação de que a empresa não permitia a entrada de caravanas de escolas sem solicitação prévia.
Elas informaram que mesmo depois que esclareceram que a presença das crianças não era simples visita e tinha o intuito de realizar compras como quaisquer clientes, o funcionário continuou impedindo a entrada das crianças, obrigando-os a ficarem expostos ao sol e a uma situação que, além de humilhante, era exaustiva para os estudantes. “Tratavam-se de crianças com tolerância mínima e que, por seu estado, não poderiam ficar expostos daquela maneira. Mesmo assim, a proibição foi mantida, de forma constrangedora para as crianças, pais e professores ali presentes”, relatou no documento encaminhado ao MPMA.

Segurança do "super" mercado, de branco, "vigia" grupo da escola
Cerca de 20 minutos após a tentativa frustrada de entrada no estabelecimento, a coordenadora da escola, Raimunda Nonata dos Reis, foi informada pelo funcionário não identificado do supermercado que o gerente de marketing do estabelecimento já havia sido comunicado sobre o fato e que todos deveriam aguardar a chegada do mesmo. Mais uma vez, a coordenadora esclareceu que o objetivo era comprar mercadorias e não fazer uma visita em grupo.
Passados mais 15 minutos, a coordenadora Raimunda Reis decidiu dividir os integrantes em grupos compostos por um aluno, um pai ou responsável e uma professora para entrar no estabelecimento. Assim que entrou, uma funcionária do setor de Marketing do supermercado posteriormente identificada como a assistente de Marketing Natália Faria, confrontou a coordenadora e afirmou que “grupos com mais de cinco pessoas provenientes de escolas necessitavam de comunicação prévia ao estabelecimento”.
“Perguntei à funcionária se eu tivesse oito filhos, todos portadores de necessidades especiais, e os pegasse na escola e fosse ao supermercado, ficaríamos impedidos de entrar. Ela não conseguiu responder”, relata a coordenadora Raimunda Reis.
Dignidade – “Crianças e adolescentes, independentemente de condição física, mental ou sensorial, são sempre sujeitos em condição peculiar de desenvolvimento e devem ter atendimento baseado na prioridade absoluta de seus interesses em todos os locais e circunstâncias. É obrigação do Poder Público, da família, das empresas ou outras organizações sociais atendê-los dentro do marco da dignidade da pessoa humana e dos direitos fundamentais”, afirma o promotor de Justiça Márcio Thadeu Silva Marques.

Crianças do Centro de Ensino João Mohana, mães e professoras dentro da "rede" de "super" mercados Mateus: covardia tem nome de apóstolo
Silva Marques explica que a família e a escola dos estudantes podem ingressar criminalmente na Justiça para responsabilizar o funcionário que barrou a entrada do grupo no estabelecimento. Também cabe uma ação por danos morais coletivos contra a empresa, em função da atitude de seu funcionário.
O caso está sob análise o promotor de Justiça Washington Luiz Maciel Cantanhede, titular da Promotoria de Justiça de Crimes contra a Criança e o Adolescente.
Redação: Coordenação de Comunicação (CCOM-MPMA)
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Em homenagem aos meus sobrinhos lindos e ao Dia das Crianças que tá chegando, Stevie Wonder no Vila Sésamo acho que em 1973. A galera levando uma sonzeira bruta num programa infantil, tanto que aos 41 segundos aparece uma guria botando pra quebrar, depois lá pelos 4 minutos ela aparece de novo, mas botando mesmo pra quebrar, crazy dance stile! Como improvisou Mister Wonder, Sesame Street, that’s where i will be!
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Paulo Henrique Garibaldo me mostrou o Fuck Yeah The Beatles ontem, onde encontrei essas coisas.



Intervalo comercial.



Enquanto isso, na Alemanha…



Direto do túnel do tempo…



Sitting in an english garden waiting for the sun. If the sun don’t come you get a tan from standing in the english rain.






Life stile.
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pra começar a semana esticando os braços, dando aquele grito e ganhando aquele gás pra fazer as ideias saíre da cabeça e virem ao mundo, de verdade.
good morning, my dear! oh, yeah!
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Parei o carro na porta de casa, desliguei o motor e o barulho do teu avião no céu continuou. Um rio de águas limpas corria na porta de casa, liguei a TV e o teu avião continuava no céu, te levando pra outro rio, agora sem barulho de motor que me alcançasse. Mas tu, que me alcançou e que me trouxe do emaranhado de barulhos internos, tu sabes que estamos sempre conosco, no silêncio do chão da sala de casa, no barulho do motor do nosso carro, no sorriso barulhento das crianças, nas corridas noturnas nas avenidas de São Luís à noite, no meu choro besta agora de saudade que vai passar num pulo, porque a gente sabe, baby,
que nós somos e estamos conosco
o tempo todo
e todo esse tempo
que chamo de todo
vem e vai
junto com a gente
onde e quando
a gente estiver.
Deus também sabe e é por tudo isso mesmo que o nosso tempo simplesmente é só o presente que Deus nos dá,
todo santo dia.
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“O mundo todo é como um circo. Quando olhamos para um punhado de areia e vemos mais do que areia, vemos um mistério. O circo do Doutor Lao estará lá.”
Doutor Lao.

Durante muitas tardes, esse filme fez todo mundo lá de casa ficar junto na frente da TV, de perna pro ar, naquela tensão, esperando aparecer a Medusa e principalmente Pan, com pé de cabra, chifre e a flauta que despertou o desejo numa viúva pudica de uma conservadora e hipócrita comunidade do Arizona (Abalone).
O Doutor Lao é um chinês de 7.322 anos (como ele mesmo alega) que faz com os habitantes da cidade enxerguem seus defeitos e procurem melhorar (se bem me lembro, era assim), como aconteceu com a mulher (frígida) que visita a barraca do Pan e com uma velha teimosa que não acredita na “lenda” da Medusa, olha diretamente para ela e vira pedra.

Você nunca viu esse filme?
Outras atrações do circo são um velho cego adivinho (Apolônio), o Abominável Homem das Neves, Merlin O Mágico e a serpente gigante. Junto com o próprio Doutor Lao, dá sete personagens.
A gente sabe que todas as atrações na verdade são o velho, mas o pessoal da cidade, claro, não sabe.
O filme metia medo em algumas partes, mas a gente gostava era disso. E tem umas lições de moral que, às vezes, eu tenho certeza, a gente lembra.
Foi lançado em 1964, dirigido por George Pal, um cara da Hungria que dirigiu e animou um monte de coisa (como Guerra dos Mundos, de 1953).
Deve ter tudo desse filme por aí.
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“(…)
pois ver-se-á povo levantar-se contra povo e reino contra reino; e haverá pestes, fomes e tremores de terra em diversos lugares — todas essas coisas serão apenas o começo das dores.”
(S. Mateus, 24:6 a 8.)
“(…)
— não desça aquele que estiver no telhado, para levar de sua casa qualquer coisa; — e não volte para apanhar suas roupas aquele que estiver no campo. — Mas, ai das mulheres que estiverem grávidas ou amamentando nesses dias. — Pedi a Deus que a vossa fuga não se dê durante o inverno, nem em dia de sábado — porquanto a aflição desse tempo será tão grande, como ainda não houve igual desde o começo do mundo até o presente e como nunca mais haverá. — E se esses dias não fossem abreviados, nenhum homem se salvaria; mas esses dias serão abreviados em favor dos eleitos.”
(S. Mateus, 24:15 a 22.)
“(…)
Digo-vos, em verdade, que esta raça não passará, sem que todas essas coisas se tenham cumprido.”
(S. Mateus, 24:29 a 34.)
“E acontecerá no advento do Filho do homem o que aconteceu ao tempo de Noé — pois, como nos últimos tempos antes do dilúvio, os homens comiam e bebiam, se casavam e casavam seus filhos, até ao dia em que Noé entrou na arca; — e assim como eles não conheceram o momento do dilúvio, senão quando este sobreveio e arrebatou toda a gente, assim também será no advento do Filho do homem.
(S. Mateus, 24:37 a 39.)
“Quanto a esse dia e a essa hora, ninguém o sabe, nem os anjos que estão no céu, nem o Filho, mas somente o Pai.”
(S. Marcos, 13:32.)
“Meu filho, diz que quando o mundo acabar mesmo, ninguém, mas ninguém vai saber a hora…”
Ceumar do Espírito Santo (mi madre).
But if you wanna leave, take good care…
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ANIVERSÁRIO DE ANA BEATRIX na segunda 10 do 8
Cortei meu dedo no ukelele de Aninha, minha sobrinha. Ela fez 3 anos e ganhou uma barbie bailarina e Felipe ganhou uma vara de pescar, uns peixes e tubarões coloridos. Ele faz 3 anos 3 de setembro. Os dois sempre ganham presente juntos, ideia de Alê. Os dois são primos e sopraram juntos a vela. O melhor momento da comemoração foi quando Djenane (mãe de Ana, minha irmã) perguntou pra quem é o primeiro pedaço?, e Aninha, sem ninguém dizer nada, disse é pra Felipe, assim, espontaneamente, e Felipe que tava sentado na mesma cadeira que ela, ficou todo faceiro, rindo de boca aberta e olho morto.
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GALLO AZHUU no Under Fest (Domingo 9 do
Luciano Ricardo: “Tem gente que reclama demais. Quantas pessoas têm a chance de tocar na beira da praia? Cara, a gente vai tocar na praia, perto do mar! Nem toda banda pode fazer uma coisa dessas!”
Adnon e Denis têm um entrosamento pulsante de duas pessoas maduras e conscientes de cada música e suas intenções.
Luciano é um ás da guitarra. É vibrante. Ele também sabe cantar e tocar bateria e piano. Luciano sabe fazer música.
Cada canção executada pela Gallo Azhuu é como se a banda entrasse num túnel em espiral elíptica mas o fim dessa viagem não é pra baixo, é uma elipse aparente que, ao final de cada música, puxa pra cima. Faz que a gente queira mais e melhor. Queremos que quem nos escute tenha a mesma sensação.
O setlist do Under Fest foi Miss Heavy, Cabelo, Árvore, Antimatéria, Vermelho e Eu Não Existo. Foi o melhor setlist em 4 apresentações da Gallo Azhuu.
Agora o trabalho vai entrar em fase de gravação. Espero que façamos o melhor disco de rock. Com a bênção de nosso esforço positivo. Sob a supervisão e incentivo de duas forças do rock, verdadeiros guias: Chuck Berry e Bon Scott. Hail hail, rock’n’roll!
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Não há nada melhor que um bom e velho rock”n’roll!
Quem deseja de forma recalcada a volta da ditadura e da tropicália pode até dizer o contrário.
Eu digo que não importa.
É só sentir o sangue subindo pra face e a vontade de se mexer porque tu sente que tá vivo e tem muita coisa mais pra se importar além de política anacrônica e antisemitismo musical brasileiro.
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“Ramblin Rose” pra minha sobrinha linda Ana Beatrix.
Três anos hoje. Muito amor, como diz a música, quanto mais se alimenta, mais cresce.
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